CRM-SP 109313 · RQE 125627

Dr. João Petini,
especialista em quadril

Ortopedista e traumatologista em Jundiaí. São mais de 20 anos em prótese total de quadril e de joelho e em artroscopia de quadril, com técnicas que poupam a musculatura ao redor da articulação.

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Membro Sociedade Brasileira de Quadril
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Cirurgia de Quadril e Joelho

Muitos pacientes já andam no mesmo dia da cirurgia e saem do hospital caminhando

Isso depende de cada caso, mas a técnica usada pesa bastante. Na via anterior, por exemplo, o acesso ao quadril é feito entre os músculos, sem cortá-los. Menos trauma durante a cirurgia costuma significar menos dor depois e uma volta mais rápida às atividades do dia a dia.

Prótese total de quadril

Troca as duas partes da articulação: a cabeça do fêmur e o encaixe na bacia, chamado acetábulo. No lugar entram uma haste com cabeça esférica e um componente que forra o acetábulo. É a cirurgia mais comum quando a cartilagem já se desgastou por inteiro e a dor aparece até em repouso ou durante a noite.

Indicada quando Há artrose avançada, necrose da cabeça do fêmur, artrite reumatoide ou sequela de fratura. Pode ser feita por via anterior, que separa os músculos em vez de cortá-los.

Prótese parcial de quadril

Também chamada de hemiartroplastia. Substitui só a cabeça do fêmur e mantém o acetábulo do próprio paciente, quando a cartilagem dele ainda está preservada. Como mexe em menos estruturas, costuma ser uma cirurgia mais curta.

Indicada quando Há fratura do colo do fêmur, situação frequente em pacientes mais idosos, e o acetábulo continua saudável.

Prótese de quadril não cimentada

Aqui a diferença está na forma de fixar, não no tipo de prótese. O implante tem superfície porosa e é encaixado sob pressão no osso, que cresce por cima dele nas semanas seguintes e trava a peça no lugar. É a fixação usada com mais frequência hoje.

Indicada quando O osso tem boa qualidade e boa capacidade de cicatrização, em geral em pacientes mais jovens ou sem osteoporose importante.

Prótese de quadril cimentada

O implante é fixado com cimento ortopédico, um polímero que endurece em poucos minutos e prende a prótese ao osso durante a própria cirurgia. A estabilidade não depende do osso crescer depois: ela já existe quando o paciente sai da sala.

Indicada quando O osso está mais frágil ou há osteoporose, quadro comum em pacientes de mais idade.

Recapeamento de quadril (resurfacing)

Em vez de retirar a cabeça do fêmur, a cirurgia a recobre com uma capa metálica, mais ou menos como uma coroa em um dente. Preserva bastante osso, o que pode facilitar uma eventual troca no futuro. É uma indicação mais restrita e depende do formato e da qualidade do osso.

Indicada quando O paciente é jovem e ativo, tem bom estoque ósseo e anatomia favorável ao recapeamento.

Prótese de quadril híbrida

Mistura as duas formas de fixação na mesma cirurgia. Em geral a haste no fêmur é cimentada e o componente do acetábulo não. A escolha é feita lado a lado, conforme a qualidade do osso encontrada em cada parte da articulação.

Indicada quando O fêmur e o acetábulo pedem soluções diferentes, o que aparece no planejamento pré-operatório ou durante a cirurgia.

Prótese total de joelho

Recobre as superfícies gastas do fêmur e da tíbia com componentes metálicos, separados por uma peça de polietileno que faz o papel do amortecimento. Em alguns casos a patela também é recoberta. Os ligamentos que dão estabilidade ao joelho são preservados sempre que possível.

Indicada quando A artrose atinge mais de um compartimento do joelho e a dor já limita caminhar, subir escada ou dormir.

Prótese parcial de joelho

Troca apenas o compartimento desgastado e deixa o resto do joelho intacto, inclusive os ligamentos. Como o corte é menor, a articulação tende a manter um movimento mais parecido com o natural.

Indicada quando A artrose está limitada a um dos lados do joelho, com ligamentos íntegros e boa amplitude de movimento.
Diferenciais

Primeiro entender o caso. Depois decidir o tratamento.

A consulta começa ouvindo: há quanto tempo dói, o que piora, o que já foi tentado. O exame clínico e as imagens vêm depois, e só então a conversa sobre tratamento. Boa parte dos casos de quadril e joelho melhora sem cirurgia.

Quando operar é o melhor caminho, a preferência é por técnicas que mexam o mínimo possível nos tecidos ao redor, como a via anterior no quadril. O acompanhamento continua depois da alta, junto com a fisioterapia, até a volta às atividades. A formação inclui residência e especialização em cirurgia do quadril no IJOT, estágio no Hospital Garcia de Orta, em Lisboa, e no American Hip Institute, em Chicago, além de participação na SBOT, SBQ, AAOS, AANA e ISHA.

Mais de 0 anos dedicados à cirurgia de quadril e joelho
Condições tratadas
SBOTSBOT
SBQSBQ
AANAAANA
AAOSAAOS
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Onde o Dr. Petini atende

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